quarta-feira, 29 de abril de 2015

Grupo BILDERBERG: Mistérios, controle Alienígena e grandes Bancos internacionais.


Grupo BILDERBERG: Mistérios, controle Alienígena e grandes Bancos internacionais.

Por Michael E. Salla, Ph.D.


O Grupo Bilderberg concluiu sua reunião anual de 2012 em Chantilly, na Virginia (um subúrbio na área metropolitana de Washington DC) para discutir uma série de questões quentes da agenda internacional. A reunião (de maio 31 – a junho 03) atraiu um bom número de manifestantes, muitos dos quais acreditam que a reunião anual do Grupo BILDERBERG serve para expandir os interesses e influência de cartéis dos grandes bancos internacionais…

Manifestantes e críticos acreditam que a reunião do Grupo BILDERBERG é um fórum onde as políticas mundiais estão sendo secretamente decididas, e implementadas. A mais importante entre essas políticas é a criação de um GOVERNO MUNDIAL e a criação do seu banco central mundial. Em contraste, o site do Grupo BILDERBERG afirma que as suas reuniões são apenas “um pequeno, flexível, fórum informal internacional, sem registros oficiais em que diferentes pontos de vista podem ser expressos e a compreensão mútua ser reforçada.”

O site do Grupo BILDERBERG aponta para mais, de que nenhuma “resolução” e votações são propostas, e não há emissão de declarações políticas. Então, qual é a agenda real por trás do Grupo BILDERBERG? É para promover os interesses dos cartéis de grandes bancos (e banqueiros) internacionais e um governo mundial?

Alternativamente, esse grupo de grandes financistas, lordes, industriais e até cabeças coroadas da Europa simplesmente se reúnem em um fórum anual de líderes industriais, banqueiros, gurus Hi-tech, e velhos e novos políticos para apenas se conhecerem, aprender uns com os outros, e melhor entenderem os acontecimentos internacionais?

Segundo os críticos do Grupo BILDERBERG, como Alex Jones, que liderou um protesto Ocupy BILDERBERG, o encontro anual serve aos interesses da banca internacional na intenção desse cartel na criação de um governo mundial e um banco central global. Para atingir estes objetivos a longo prazo, o Grupo BILDERBERG se reúne anualmente para implementar as políticas internacionais em que eles secretamente manipulam a política nacional dos países, suas finanças e economias e os principais eventos globais.

Os principais objetivos são todos muito mundanos: um Governo Mundial controlado por um Banco Central Mundial. As famílias de banqueiros internacionais que fornecem grande parte do capital para a criação do Banco Mundial Central criando assim riqueza virtualmente ilimitada para as futuras gerações de banqueiros internacionais. Esta riqueza seria mais do que suficiente para satisfazer a ganância, as ambições de poder e necessidades políticas de interesses bancários internacionais no controle da humanidade. O Grupo BILDERBERG já se tornou, de acordo com o escritor Daniel Estulin, um governo mundial paralelo na sombra (e das trevas):

…” Eles se reúnem anualmente sempre em algum luxuoso hotel em algum lugar do mundo para tentar decidir e gerenciar o futuro da humanidade … O Grupo BILDERBERG cresceu além de suas origens idealistas para se tornar um governo mundial nas sombras, que decide em total sigilo nas suas reuniões anuais como os seus planos vão ser realizados e implantados. Eles ameaçam nos tirar o direito de nós dirigirmos os nossos próprios destinos”. 

Portanto, estariam Alex Jones, Daniel Estulin e outros críticos corretos? A reunião anual do Grupo BILDERBERG é apenas uma fachada para os interesses dos banqueiros internacionais que formam a espinha dorsal de um governo mundial das trevas? Se não vejamos atentamente:

A seguinte história me foi contada por um ex-funcionário de hotel que havia trabalhado em um local onde o Grupo BILDERBERG esteve reunido em um determinado ano. Este foi o ano (O ANO FOI 1991, no ano seguinte ele foi eleito presidente dos EUA) em que Bill Clinton participou da reunião de acordo com esse funcionário. Eu conheço este antigo funcionário de hotel e simplesmente vou me referir a esta pessoa como o Sr. B, para manter em sigilo a sua identificação. Eu conheço o Sr. B como uma pessoa muito confiável, e ele não tinha nenhuma razão para fabricar o fato que se segue e que descreveu.

Enquanto estava no trabalho durante aquela reunião anual do Grupo BILDERBERG, o Sr. B foi instruído para entregar uma mensagem importante para uma pessoa específica que estava participando de uma reunião em uma das salas menores para reuniões, sendo utilizadas pelos membros do Grupo BILDERBERG. Como agora já é um fato bem conhecido, é uma tradição dos membros do Grupo BILDERBERG o hábito de contratar um hotel inteiro para seu uso exclusivo durante essa sua reunião anual.

Todos os funcionários do hotel estão, durante o evento, basicamente existindo para servir as necessidades dos participantes durante a reunião. Então, não foi incomum para o Sr. B lhe ser dada uma tarefa que ele então era o responsável para executar. Inicialmente, ao Sr. B foi lhe recusada a entrada na sala de reuniões e ao mesmo tempo ele foi convidado para entregar a mensagem para outra pessoa. O Sr. B insistiu que ele estava sob estritas ordens para entregar a mensagem pessoalmente ao destinatário. Depois de alguma discussão acalorada, foi dada permissão ao Sr. B para entrar na sala de reuniões. É quando as coisas ficam muito bizarras: 

“O Sr. B alegou, que ao entrar na sala, viu cerca de 24 pessoas sentadas ao redor de uma grande mesa retangular. Eles estavam falando em meio a uma cacofonia de sons, nenhum dos quais era inteligível. Não se parecia com qualquer língua que o Sr. B tivesse ouvido falar antes. O Sr. B também não conseguia ver nenhum rosto dos que estavam sentados ao redor da mesa. Ele podia ver seus corpos físicos vestidos com seus ternos, e etc, mas os rostos estavam envolvidos em algo nebuloso, devido a algum tipo de neblina ou nevoeiro. O Sr. B relatou que havia um campo de intensa energia que permeava e envolvia toda a sala – aquilo tudo era definitivamente muito incomum e ele sentiu como se fosse oriundo de outro mundo. O Sr. B sentiu um forte ressentimento sendo projetado em sua direção e sobre a sua indesejada presença. Ele foi dirigido para a pessoa a quem ele tinha que entregar a mensagem. O Sr. B entregou a mesma e prontamente deixou o local. Ele não tinha conhecimento do conteúdo da mensagem. Logo após sair da sala, o Sr. B experimentou uma enorme dor de cabeça, que durou vários dias e ele teve que tirar uma folga por causa disso.”

Essa “experiência” do Sr. B sugere que um elemento dentro do Grupo BILDERBERG tem uma composição e agenda de outro mundo. É muito provável que o Sr. B tenha assistido o misterioso Comitê Executivo do Grupo BILDERBERG em sessão ordinária, e que as pessoas que comandam o Grupo BILDERBERG podem estar em contato com e/ou são controladas por uma força externa de um outro PLANETA !!! (n.t. Ou nível de consciência, nesse caso das trevas ???). 

O que seria essa força sobrenatural? Nenhum dos principais pesquisadores do Grupo BILDERBERG trabalhou em cima desse elemento. Portanto, neste ponto, vou descrever o que a minha pesquisa em exopolitics revelou sobre este elemento sobrenatural nas reuniões do Grupo BILDERBERG. 

A primeira reunião do Grupo BILDERBERG foi em 1954, e teve vários motivos para a sua convocação. A justificação pública é que ela foi realizada para promover a cooperação política e econômica entre a Europa e a América do Norte como a melhor defesa do que foi percebido então como uma ameaça a longo prazo do comunismo. Para esse fim, os líderes proeminentes de negócios e políticos têm sido regularmente convidados para participarem do Grupo BILDERBERG em uma base anual para discutir formas de coordenação das políticas nacionais e antecipando as tendências mundiais. 

Entre os muitos indivíduos notáveis envolvidos com reuniões do Grupo BILDERBERG ao longo das décadas desde a sua formação, o escritor Daniel Estulin dá especial destaque para o papel de Henry Kissinger, que é um protegido dos irmãos Rockefeller que foram fundamentais na criação do Grupo. Enquanto Estulin identifica alguns dos principais jogadores do Grupo BILDERBERG, ele não discute as origens sobrenaturais do Grupo BILDERBERG e seus objetivos.

O pessoal-chave e agências envolvidas na formação do Grupo BILDERBERG revelam que seu propósito oculto era incentivar a cooperação global em resposta a percepção de uma ameaça à longo prazo conhecido apenas pelos criadores do Grupo BILDERBERG: a CIA-Agência Central de Inteligência; os irmãos Rockefeller; o príncipe Bernhard dos Países Baixos; e Kissinger. A existência de uma grave ameaça de longo prazo só foi compartilhada em uma base com a necessidade de se saber a respeito, e emanava eventos desde a Segunda Guerra Mundial, envolvendo programas avançados de tecnologia da Alemanha nazista. 

Eventos que Nelson Rockefeller, Kissinger, e eventualmente, a CIA e o governo dos EUA, se tornaram profundamente conhecedores durante e imediatamente após a Segunda Guerra Mundial – as tentativas feitas pelos nazistas de reversão de tecnologia de engenharia extraterrestre para o seu esforço de guerra.

A principal tarefa do Grupo BILDERBERG era a de coordenar as nações do mundo, para que qualquer informação obtida por qualquer nação que tivesse relação com a vida e tecnologia extraterrestre era para ser enviado para o lugar certo para pesquisa e desenvolvimento. 

Um SEGUNDO e altamente secreto Projeto Manhattan que tinha sido começado nos Estados Unidos sob o presidente Truman (http://exopolitics.org/Study-Paper-13.htm) para lidar com a vida e tecnologia extraterrestre foi expandido para incluir outras nações em um esforço globalmente coordenado. A Eleição de Eisenhower, em novembro de 1952, ofereceu aos seus principais defensores, a família Rockefeller, a oportunidade de ter um maior envolvimento de suas empresas no agora ‘global’ Projeto Manhattan.

Os irmãos Rockefeller (Nelson e David), juntamente com Henry Kissinger, foram determinantes na formação da resposta do governo de Eisenhower às tecnologias extraterrestres usando as operações secretas da guerra fria como uma cobertura e ajudando a criar o Grupo BILDERBERG para esse propósito. O Grupo BILDERBERG então se reuniria anualmente para coordenar as políticas nacionais, de modo que a humanidade teria a melhor chance de sobreviver aos desafios colocados pela visitação de SERES EXTRATERRESTRES de diferentes facções com agendas extraterrestres desconhecidas.

Uma parte vital da agenda do Grupo BILDERBERG era assegurar que os meios de comunicação globais e as legislaturas nacionais não iriam aprender/descobrir nada sobre a presença extraterrestre, ou das contribuições nacionais coordenados a um Segundo Projeto Manhattan coordenado globalmente. O financiamento de um semelhante Projeto global, apenas com os EUA em seu núcleo seria uma tarefa monumental. 

O Projeto Manhattan mundial custaria centenas de bilhões já a partir dos anos 1950, e eventualmente cresceria para trilhões para ser financiado a cada ano. Teria que ser financiado de uma forma que os meios de comunicação e os legisladores nacionais não iriam descobrir o que estava acontecendo.

O Projeto Manhattan mundial custaria centenas de bilhões já a partir dos anos 1950, e eventualmente cresceria para trilhões para ser financiado a cada ano. Teria que ser financiado de uma forma que os meios de comunicação e os legisladores nacionais não iriam descobrir o que estava acontecendo.

Este financiamento veio de fontes diversas, tais como empresas de fachada da CIA, uso e abuso de informação, “ouro negro” e no comércio internacional de drogas, etc. Esta foi uma das principais razões por que os banqueiros internacionais sempre estiveram em destaque nas reuniões anuais do Grupo BILDERBERG. Os grandes bancos e banqueiros Internacionais oferecem os meios para a transferência de enormes somas de dinheiro (lavagem ilegal) ilicitamente gerado para este Projeto Manhattan e não reconhecido globalmente.

Se o conhecimento da existência de vida extraterrestre e da sua tecnologia foi a verdadeira razão por trás da formação do Grupo BILDERBERG, em seguida, exatamente como é que este elemento transcendental se relaciona com aqueles comandando os membros do Grupo BILDERBERG, e as famílias dos banqueiros internacionais? 

Essas Respostas emergem através de uma pessoa misteriosa chamada de “A Mão Invisível” (Hidden Hand) que participou de um diálogo público no fórum de internet popular, Above Top Secret em Outubro de 2008. De acordo com ele ou ela, grupos secretos de elite controlam o nosso planeta e vêm fazendo isso há milênios. A ideia básica é a de que um seleto grupo de famílias com distintas linhagens sanguíneas acumularam poder e passam esse poder de uma geração para outra. “A Mão Invisível“ revela o número de linhagens principais que compõem “A Família“: São 13 grupos. 

Das treze linhagens da base, a Mão Invisível, diz que apenas três são nativas do planeta TERRA. O restante tem origem fora do nosso planeta, nos chamados Anjos Caídos ou Nephilim como descrito no Livro de Enoch. Ele ou Ela (“A Mão Invisível”) claramente identifica onde o maior poder é encontrado entre os membros das treze linhagens: 

“Eu quero ser claro sobre esta questão de linhagem sanguínea (Bloodlines). Os que vocês conhecem, eles são de linhagem da TERRA. Sim, eles têm o seu lugar na família, mas as linhagens com o poder real, não se originam a partir deste planeta”.

Então será que o Sr. B de fato testemunhou uma reunião onde os membros dessas famílias das linhagem dominantes estavam falando em sua língua nativa não-humana em um evento do Grupo BILDERBERG?

Houve muitos e importantes eventos e processos globais que foram discutidos na reunião de 2012 em Chantilly do Grupo BILDERBERG. Para a maioria dos participantes, as discussões do Grupo são apenas um meio de promover a cooperação internacional nas principais questões políticas, financeiras e tecnológicas do dia (para consumo externo).

Aqueles que protestavam contra a reunião do Grupo BILDERBERG os veem como uma ferramenta para alcançar os objetivos de interesses bancários internacionais e podem justamente apontar para a presença de indivíduos-chave, tais como David Rockefeller em reuniões do Grupo BILDERBERG. Afinal, Rockefeller afirmou em suas memórias (2003): 

“Alguns acreditam mesmo que somos parte de uma cabala secreta trabalhando contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu como globalistas ‘internacionalistas e de conspirar com outros ao redor do mundo para construir uma estrutura global mais integrada política e econômica – um governo mundial, se você quiser. Se essa for a acusação, eu sou culpado, e eu estou orgulhoso disso.”

Em um exame mais profundo no mistério do Grupo BILDERBERG e as principais pessoas envolvidas com ele, em última análise, se encontra um fator sobrenatural em sua gênese e discussões confidenciais. A incrível experiência relatada pelo Sr. B lança luz sobre este elemento sobrenatural ou extraterreste (n.t. Ou literalmente, lança LUZ sobre as trevas).

Os indivíduos proeminentes, governos e agências envolvidas originalmente na criação do Grupo BILDERBERG, em 1954, o fizeram com a intenção de promover a coordenação internacional para responder a uma presença extraterrestre sem aviso prévio que aparentemente ameaçava os interesses globais dessa própria elite.

 Na verdade, estes próprios interesses das elites globais pode ter uma origem sobrenatural, que veem os visitantes extraterrestres como concorrentes para tomar o controle da Terra e da humanidade. É importante ressaltar que esses interesses das elites globais intimamente envolvidos no Grupo BILDERBERG têm objetivos muito diferentes do que seriam os interesses globais da humanidade. Lançar (n.t. Nesse caso muita) luz sobre as reuniões desse grupo é um passo na direção certa de se aprender sobre o passado escondido da humanidade, o nosso possível futuro e (sermos capazes de enfrentar) uma presença sobrenatural.

© Copyright 2012. Michael E. Salla. Exopolitics.org

{Michael E. Salla-Melbourne-Austrália, 25 de setembro de 1958- Em 1983, recebeu grau de Bacharel em Ciências da Universidade de Melbourne-Austrália . Em 1984 ele recebeu um Diploma de Graduação em Educação no Melbourne College of Advanced Education . Em 1987 ele recebeu um grau de BA  da Universidade de Melbourne. Em 1990 ele recebeu um MA-Masters of Arts licenciatura em Filosofia pela Universidade de Melbourne. Em 1993, ele recebeu um grau de PhD – Doutor em Filosofia da Universidade de Queensland, Austrália.} 

FONTE: Thoth3126

terça-feira, 28 de abril de 2015

Hacker de 19 anos mostrou como fez para fraudar eleições no Rio de Janeiro

Você confia nas urnas eletrônicas?

As últimas informações dão conta que o Hacker que demonstrou as falhas das urnas no RJ está sob proteção policial. A identidade do mesmo não é revelada pelas forças policiais qu acompanham o caso, em face do risco à vida do jovem.

O registro do caso é oficial e ocorreu durante as eleições Municipais em 2012, no Rio de Janeiro.

Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.

Fácil, fácil, diz o Hacker

“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.

Especialistas ficaram de boca aberta após demonstração

O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades –  foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.

Sob proteção policial 24 horas por dia…

Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Fraude em benefícios de políticos locais…

A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que  também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel  – afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.

Fernando Peregrino, coordenador do seminário onde foi apresentado como foi burlada a eleição, por sua vez, cobrou providências:

“Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras –  mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque  ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino.

Fonte: http://verdademundial.com.br/2015/04/hacker-de-19-anos-mostrou-como-fez-para-fraudar-eleicoes-no-rio-de-janeiro/

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Policia Federal quer instalar vírus para copiar mensagens do Whatsapp em telefones grampeados

A Polícia Federal está tentando ampliar seu acesso às informações armazenadas em telefones celulares grampeados com autorização judicial, instalando nos aparelhos das pessoas investigadas um aplicativo especial que permita copiar todos os dados sem que elas percebam.

As informações que as operadoras de telefonia compartilham com as autoridades hoje em dia se restringem a mensagens SMS e ligações de voz que passam por suas redes.

As empresas argumentam que não têm acesso a mensagens e dados transmitidos por aplicativos que usam a internet, como o Whatsapp. No caso dos smartphones, há vários outros tipos de informação que não são obtidas hoje.

Além de coletar dados básicos, como listas de contatos da agenda, ligações feitas e recebidas e mensagens de texto, os programas que a PF quer usar são capazes de interceptar tudo que o usuário digitar no aparelho "hospedeiro", até mesmo senhas.

Produzidos por empresas israelenses, americanas e indianas, esses sistemas ainda capturam as mensagens enviadas pelo WhatsApp, todos os e-mails arquivados, lidos e enviados, comentários publicados nas redes sociais, ligações feitas por Skype ou Viber, vídeos e fotografias.

Os programas espiões são instalados sem que o dono do aparelho perceba, frequentemente aproveitando-se do acesso dado a um aplicativo ou arquivo bem-vindo. Por isso, são apelidados de "cavalo de Tróia" para celulares. Ficam ocultos enquanto encaminham todas as informações para uma central.

No início da Operação Lava Jato, a PF só conseguiu devassar as mensagens do doleiro Alberto Youssef com outros suspeitos do esquema de corrupção na Petrobras porque convenceu a Blackberry a franquear acesso às conversas feitas por meio do BBM, serviço de mensagens instantâneas dos aparelhos da marca.

Com os novos programas de espionagem que a PF quer usar, o celular grampeado poderia até mesmo fotografar o usuário, com a câmera interna frontal do aparelho, sem disparar nenhum som, e enviar a imagem às autoridades.

A foto poderia servir para comprovar quem usava o celular em determinado dia e horário, informação que poderia ser cruzada com o envio de outros dados relevantes.

RESISTÊNCIA

Para implementar o novo sistema de grampo, a PF quer que as empresas de telefonia adquiram os programas espiões e deem às autoridades o acesso aos dados coletados.

Investigadores argumentam que o crime organizado já faz uso de ferramentas semelhantes, o que aumenta a pressão para a aquisição de tecnologia similar pela PF.

As operadoras de telefonia, no entanto, vêm apresentando resistência. Além do custo adicional, elas temem complicações jurídicas com a implantação do sistema.

Além disso, o envio das informações copiadas nos aparelhos grampeados consumirá, necessariamente, parte do pacote de dados contratado e pago pela pessoa investigada. Portanto, caberia à polícia ou à operadora arcar com os custos de ampliar o plano de dados do aparelho para viabilizar a espionagem.

COMO FUNCIONA O PROGRAMA

Espião high-tech

O programa se instala nos celulares como um aplicativo oculto e repassa para uma central todas as informações contidas no aparelho

Operação

Ao se abrir uma mensagem, e-mail ou alerta de atualização infectado, o vírus se hospeda no smartphone. É possível transmitir o vírus até mesmo quando o usuário atende uma chamada

As teles

A PF quer que as operadoras implantem o vírus. As empresas teriam que manter uma cópia dos arquivos capturados, como fazem com as escutas telefônicas

Objetivo

A polícia hoje tem dificuldade para acessar mensagens trocadas por suspeitos no Whatsapp ou ligações feitas em programas como o Skype

Caminho livre

O espião não pode ser notado pelo usuário. Após o vírus ser instalado, a PF pode acessar todo o conteúdo armazenado, incluindo listas de contatos, fotos, vídeos, e-mails e senhas digitadas.

Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2015/04/27/Blog_do_JM/PF-quer-instalar-virus-para-copiar-mensagens-do-Whatsapp-em-telefones-grampeados.shtml

"Corporação RAND" a responsável pela tecnologia da Nova Ordem Mundial



A RAND Corporation, com sede na Califórnia, é uma instituição sem fins lucrativos que realiza pesquisas para contribuir com a tomada de decisões e a implementação de políticas no setor público e privado.

A RAND examinou 29 países e os classificou em quatro categorias: os tecnologicamente avançados, os competentes, os países em desenvolvimento e os atrasados. De acordo com o estudo, países como Brasil, México, Turquia, Colômbia, Indonésia, África do Sul e Chile estão preparadas para aproveitar aplicações tecnológicas moderadamente sofisticadas.

Entre elas, cita "dispositivos para monitorar constantemente o movimento desde produtos a pessoas; exames diagnósticos fáceis de serem efetuados que deem resultados imediatos para um espectro grande de infecções; e métodos de fabricação inócuos para o meio ambiente". O estudo conclui que até 2020 "as pessoas nos Estados Unidos e Canadá, Alemanha (representando a Europa Ocidental), Coreia do Sul e Japão, Austrália e Israel serão beneficiadas pelos maiores avanços tecnológicos, e serão capazes de aproveitar esta tecnologia independentemente de quanto sofisticada ela seja".

Como exemplos de potenciais avanços de alta tecnologia, a geração de tecidos para implantar e substituir partes do corpo humano; a criação de uma ampla rede de sensores para efetuar vigilância em tempo real; o acesso à informação em qualquer momento e em todas as partes; e a fabricação de computadores que poderão ser utilizados sempre.

Entre os países cientificamente competentes, China, Índia, Rússia e outros como Polônia (representando a Europa Oriental) também poderão realizar avanços significativos e outros ainda mais importantes.

Fonte: WIKIPEDIA


Como nos filmes de Hollywood sempre tem um empresa responsável pela criação de robôs, manipulação e criação de vírus, armas letais de guerras, experiências em seres humanos, descoberta e ocultação de assuntos como vida extraterrestre, nefilins e civilizações antigas. Ema cada filme de ficção podemos apontar uma empresa responsável por tais coisas, vou dar alguns exemplos de alguns filmes apocalípticos e suas empresas ou corporações fictícias responsável pelo fim do mundo ou quase.

- O Exterminador do Futuro: Skynet
A Skynet é a primeira Rede de Defesa Automatizada do mundo e seu o processamento de dados e informações é de noventa teraflops por segundo. É a força controladora por trás de todas as unidades militares de batalha. Ela processa bilhões de dados de unidades de batalha enquanto, ao mesmo tempo, desenvolve táticas e coordena ataques de Exterminadores por todo o mundo. A Skynet tem o controle sobre tudo que tiver um processador da Cyberdyne Systems.
- Resident Evil: Umbrella Corporation
Umbrella Corporation é uma empresa fictícia criada para criar armas biológicas. Na franquia de filmes a Umbrella é a principal vilã sendo comandada por Albert wesker que perdeu o controle da empresa para a IA Rainha vermelha que retorna em Resident evil retribuition.
- Série Lost: Iniciativa Dharma
Os DHARMA ( D EPARTAMENTO de H euristics A nd R NVESTIGAÇÃO em M aterial A pplications ) Initiative foi um projecto de investigação científica que teve uma grande presença na ilha entre os anos 1970 e início dos anos 1990. Objetivo geral da iniciativa foi o de manipular as leis científicas, a fim de alterar qualquer um dos seis fatores da Equação de Valenzetti , uma sequência que se acreditava ter alguma conexão com a data que marca o fim da humanidade, na esperança de retardar tal data.
- M.I.B. Homens de Preto: Organização Secreta M.I.B.
A M.I.B. é a organização secreta mais conhecida da Terra. Nela se reúnem os homens com os ternos mais pretos do mundo para praticar diplomacia intergaláctica com seres de outros planetas. É famosa universalmente devido a sua sigla de 3 letras, das quais 1 delas é um i minúsculo e as outras duas são consoantes maiúsculas: MiB. 

Como vimos nos exemplos acima, temos varias empresas criadas para representar o caos apocalíptico, mais os exemplos acima são de filmes, são ficção e não se trata da vida real, será? 

Bem atualmente temos uma empresa controlada pelos Illuminatis chama RAND Corporation (Corporação RAND), essa corporação é responsável por: desenvolvimento de robôs, armamento militar avançado, armas biológicas, desenvolvimentos de virus, experiências em seres humanos, descoberta e ocultação de assuntos como vida extraterrestre, nefilins e civilizações antigas. 

Guarde bem esse nome em sua mente logo iremos ouvir falar muito dele "Corporação RAND" provavelmente será a empres responsável pela "redução populacional" e pela tecnologia que irá caçar os que iram parte da "Resistência pós Nova Ordem Mundial".

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A corporação RAND por Alex Abella


A compreensão do papel da corporação RAND (Research and Development) na Nova Ordem Mundial é crucial. Lamento que esta informação esteja exclusivamente em Inglês.
A RAND é uma perigosíssima organização sobre a qual já foi aqui feito um post.
Propuseram uma ataque nuclear à ex União Soviética -- e mesmo a todos os países do pacto de Varsóvia -- de modo a que os EUA fossem a única potência dominante, e propuseram também um falso ataque a Cuba -- antes da crise dos mísseis -- à semelhança do que aconteceu com o Golfo de Tonkim, um falso ataque que arranjou o pretexto para os EUA atacarem o Vietnam / Vietnã.
Esta corporação usa não só as ciências exatas mas também as humanas para imaginar cenários possíveis por parte de um possível inimigo. Por exemplo foram consideradas as recções possíveis de Staline se a ex URSS fosse atacada.
A RAND funciona de modo a que o complexo indústrio-militar americano se mantenha com o mesmo poder e verbas - ou que aumente claro -- e não voltar aos anos de 1930 onde o presidente Roosevelt dispendeu mais dinheiro em serviços sociais para os americanos que com os militares. Assim a RAND tem providenciado quais os inimigos que se deviam seguir á queda da URSS. Durante algum tempo foi a China, depois os Talibãs e mais recentemente o próprio povo americano.

Não há qualquer conexão com ÉTICA. Apenas um total maquiavelismo de que os fins justificam os meios.
Alex Abella descreve que quando pediu à RAND para fazer a sua investigação usando os seus arquivos, uma vez que nada havia sido escrito sobre a corporação, e era interessante saber o seu papel na política Americana e na história recente.
Para sua surpresa abriram-lhe as portas, mesmo quando Abella lhes disse que quera investigar tudo de bom ou de mau que tivessem feito. Pediram-lhe apenas que os mantivessem ao conrrente das suas onvestigações.
Abella afirma que nada tem a dizer sobre as pessoas da crporação. São homens honrados, e esta é a parte mais trágica. Finalmente Abella cita Thomas Jefferson: o preço da liberdade é a eterna vigilância.



sábado, 25 de abril de 2015

Papa e ONU Acertam detalhes para implantação do Governo Mundial

Organização das Nações Unidas — A participação do secretário-geral da ONU num evento nos próximos dias no Vaticano que promove um movimento mundial para combater a mudança climática e um documento pontifício que pede o estabelecimento de uma autoridade política, econômica e financeira mundial cultivada pela ONU apanhou a atenção de um escritor que acredita que esses acontecimentos apoiam predições de seu livro de 2012.
A conferência “Proteja a Terra, Dignifique a Humanidade” do Vaticano, em 28 de abril, terá como destaque Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU. O objetivo da conferência é “elevar o debate sobre as dimensões morais de proteger o meio-ambiente” e construir “um movimento mundial que abranja todas as religiões para promover desenvolvimento sustentável e mudança climática.”
Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam do livro “Petrus Romanus: The Final Pope is Here” (Pedro Romano: O Último Papa Está Aqui), comenta que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica sobre aquecimento global e meio-ambiente do Papa Francisco, atualmente marcada para publicação em junho ou julho.
Horn vê a tentativa do Vaticano de juntar forças com a ONU nas questões de aquecimento global e mudança climática como evidência adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para reestruturar as autoridades políticas e econômicas mundiais transformando-as num governo mundial centralizado.”
Ele aponta para o fato de que o cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, ajudou a escrever a primeira versão preliminar da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em favor do Vaticano pedindo o estabelecimento de uma autoridade mundial para eliminar as desigualdades econômicas e fazer redistribuição de riquezas.
Uma das presenças esperadas na conferência do Vaticano é a do economista americano Jeffrey Sachs, diretor do Instituto Terra na Universidade de Columbia e assessor especial do chefe da ONU sobre as Metas de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também trabalha como diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
Horn disse ao WND que as pessoas “deveriam se sentar e prestar atenção” no evento da ONU por causa do documento do Vaticano de 24 de outubro de 2011, de autoria de Turkson e intitulado “Toward Reforming the International Financial and Monetary Systems in the Context of a Global Public Authority” (Reformando os Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global).
Horn disse que o documento “equivale ao Vaticano pedindo que, sob a ONU, seja estabelecida uma autoridade política, ambiental e financeira mundial.”
No documento, Turkson reconheceu “que ainda precisamos andar muito antes de chegar à criação de uma autoridade pública com jurisdição universal.”
“Pareceria lógico que o processo de reforma procedesse com a ONU como sua referência,” continuou Turkson, “por causa da dimensão das responsabilidades da ONU, sua capacidade de unir as nações do mundo e a diversidade de suas tarefas e as de suas agências especializadas.”
Turkson descreveu como se pareceria a visão do Vaticano sobre desenvolvimento mundial eticamente aceitável.
“O fruto de tais reformas deve ser uma capacidade maior de adotar políticas e escolhas que são obrigatórias porque têm como alvo alcançar o bem comum nos níveis locais, regionais e mundiais,” escreveu ele.
“Entre as políticas, as medidas com relação à justiça social mundial parecem as mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não prejudicarão os países mais fracos; e políticas com o objetivo de alcançar mercados livre e estáveis e uma justa distribuição das riquezas mundiais, a qual pode proceder de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que será tratada mais tarde.”
Em seu livro “Petrus Romanus,” Horn e Putnam disseram que a ordem oficial do Vaticano tenta criar um mandato “moral” para estabelecer “uma autoridade pública mundial” e “um banco central mundial.”
Horn também chamou a atenção para “Caritas in Veritate,” ou “Caridade em Verdade,” a terceira e última encíclica publicada pelo Papa Bento 16 antes que ele abdicasse do papado, a qual defende uma “Autoridade Política Mundial.”
Um dos objetivos da autoridade mundial, Bento disse, deve ser “administrar a economia mundial; reviver economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise presente e desequilíbrios maiores que ocorreriam como resultado; promover desarmamento integral e oportuno, segurança alimentícia e paz; garantir a proteção do meio-ambiente e regulamentar a migração.”
Bento disse que em “face do crescimento implacável da interdependência mundial, sente-se uma necessidade forte, até mesmo no meio de uma recessão mundial, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e semelhantemente de instituições econômicas e das finanças internacionais, de modo que o conceito da família das nações adquira força real.”
“O líder da Igreja Católica mundial, considerado pelos católicos como o representante pessoal de "Jesus Cristo", se tornou defensor de uma das organizações mais corruptas da face da terra — a ONU,” Horn disse. “O que está acontecendo tem implicações proféticas para os cristãos que temem que uma ditadura mundial tomará o poder na terra nos ‘últimas dias.’”
FONTE:
http://resgatefinalbr.blogspot.com.br/2015/04/papa-e-onu-acertam-detalhes-para.html?spref=fb

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cai por terra a versão oficial do 11 de Setembro

Investigadores dinamarqueses afirmam terem provas de que as torres gémeas foram derrubadas pelos serviços secretos israelitas com a colaboração do FBI
Já muito se falou do ataque alegadamente terrorista de 11 de Setembro às torres gémeas do World Trade Center, surgiram teorias, e especialistas levantaram muitas questões. Mas quando o investigador Cientista Larry Silverstein encontra explosivos em destroços do World Trade Center cai por terra a ideia de que o ataque foi terrorista.
Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gémeas.
Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos.
Com esta descoberta explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido à temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço.
O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. O ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.
E nos três meses seguintes, fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres.
Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque”, tendo contratado um seguro para os prédios no valor de dois bilhões de dólares contra ataque terrorista.
Na opinião dos investigadores da Universidade de Copenhague, o ataque às torres gémeas serviu para “criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelita no Médio Oriente”.
Ainda segundo os mesmos investigadores, “existem evidências de que agentes da Mossad (serviços secretos israelitas), foram capturados no mesmo dia na posse de explosivos. Todos foram libertados pelo FBI”.
FONTE: http://maiortv.com.pt/cai-por-terra-a-versao-oficial-do-11-de-setembro-666/

quinta-feira, 9 de abril de 2015

ONU afirma: "Devemos Fazer Todos os Esforços para Despovoar o Planeta"

"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso, devemos fazer todo o possível"

Funcionários na ONU estão empurrando o conceito de que a população humana deve ser reduzida, a fim de lutar eficazmente contra as supostas mudanças climáticas.

O conceito de longa data tem sido continuamente empurrado por Christiana Figueres, a Secretária Executiva da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). Em 2013, Figueres teve uma conversa com  fundador da Climate One,  Greg Dalton sobre "as taxas de fertilidade na população", como um colaborador para as mudanças climáticas.

Os comentários são feitos aos 4:20 do vídeo a seguir:



"Uma questão relacionada é a taxa de fertilidade na população." opinou  Dalton. "Muitas pessoas nos círculos de energia e ambientais não querem chegar perto disso porque isso é carregado politicamente. Não é problema deles.", acrescentou ele.

"Mas não é verdade que parar o aumento da população seria uma das maiores alavancas e impulsionando o aumento de gases de efeito estufa?", perguntou Dalton.

"Obviamente, menos pessoas exerceriam menos pressão sobre os recursos naturais", respondeu Figueres, também observando que as estimativas sugerem que a população da Terra vai subir para nove bilhões até 2050.

Dalton então questionou se esse número poderia de alguma forma ser atrasado ou interrompido.

"Então, nove mil milhões é uma conclusão inevitável? Isso está assim, pronto, não há maneira de mudar isso?", perguntou ele à Figueres. 
"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso; podemos definitivamente mudá-los, certo? Nós podemos definitivamente mudar aqueles números", disse Figueres em resposta. 
"Realmente, devemos fazer todos os esforços para mudar esses números porque já estamos, hoje, excedendo a capacidade de suporte planetário do planeta." ela também alegou. 
"Então, sim, devemos fazer todo o possível. Mas não podemos cair na opinião muito simplista de dizer apenas que reduzir a população nós resolvemos o problema. Não se trata de e/ou, se trata de um e/também." disse também a funcionária da ONU.

O Climate One  é um auto denominado fórum de assuntos públicos, o qual defende a ação extrema para combater as mudanças climáticas. Ele é uma filial do Commonwealth Club of California com sede em São Francisco, essencialmente um lugar de encontro visitado regularmente por chefes de governo e de negócios corporativos.

Figueres não escapa das declarações polêmicas quando se trata de mudanças climáticas. A funcionária da ONU previamente descreveu o objetivo da UNFCC como "uma completa transformação da estrutura econômica do mundo."

Ela também tem dito repetidamente que um modelo de ditadura comunista chinesa é mais adequado do que o sistema constitucional dos EUA para combater o "aquecimento global".

Figueres disse ao Bloomberg News no ano passado que o governo chinês (o qual continua a obrigar abortos forçados,  infanticídio e esterilização obrigatória) está "fazendo a coisa certa" quando se trata de mudanças climáticas, apesar de a China ser de longe a maior emissora de gases de efeito estufa.

Figueres observou que a divisão partidária no Congresso dos EUA é "muito prejudicial" para a aprovação de legislação relacionada ao clima, enquanto o Partido Comunista Chinês, define políticas por decreto. O presidente Obama concorda claramente uma vez que ele continua a contornar o Congresso pela  emissão de ordens executivas sobre a mudança climática.

Conforme o Infowars tem observado continuamente, há uma falha fundamental ao associar as mudanças climáticas com a superpopulação.

As populações dos países desenvolvidos estão em declínio e apenas os países do terceiro mundo estão se expandindo dramaticamente. A própria industrialização nivela as tendências da população e apesar desses modelos de população mundial rotineiramente mostrarem que a população da Terra irá se estabilizar em 9 bilhões em 2050 e lentamente diminuirá depois disso. "A população dos países mais desenvolvidos permanecerá praticamente inalterada em 1,2 bilhões até 2050,"  afirma um relatório das Nações Unidas. O apoio da ONU para as políticas de despovoamento está em contradição direta com as suas próprias conclusões.

Uma vez que um país se industrializa há uma taxa média de 1,6 criança por família, então a população do mundo ocidental esteja realmente em declínio. Essa tendência também tem sido observada em áreas da Ásia como Japão e Coreia do Sul. A ONU já declarou que a população atingirá um pico de 9 bilhões e, em seguida, começará a diminuir.

Além disso, como destaca The Economist, as taxas de fertilidade globais estão caindo.

Já que os ambientalistas radicais estão forçando para desindustrializar o mundo em face da chamada ameaça de carbono, isso vai reverter a tendência que, naturalmente, reduz a quantidade de filhos que as pessoas têm. Se os fanáticos da mudança climática forem autorizados a implementar as suas políticas, a população mundial continuará a aumentar e a superpopulação pode tornar-se um problema real - outro exemplo de como a histeria do aquecimento global está realmente prejudicando o meio ambiente a longo prazo da Terra, impedindo países superpovoados se desenvolvam e naturalmente diminuam os seus índices de natalidade.

Mesmo que você desempenhe o advogado do diabo e aceite que os seres humanos causem o aquecimento catastrófico e que haja muitos de nós, e se você pular as conotações da eugenia de políticas de controle populacional e de despovoamento, esses métodos continuam fundamentalmente  não sendo uma solução válida para a ameaça percebida da mudança climática.

A verdadeira solução seria ajudar a aumentar o nível de vida dos extremamente pobres do terceiro mundo, permitindo que esses países se industrializem, e verificar os números da população naturalmente se nivelarem naturalmente.

Em vez disso, o terceiro mundo tem visto uma duplicação dos preços dos alimentos devido as políticas de mudanças climáticas, assim como enormes áreas de terras agrícolas se voltando para o crescimento dos biocombustíveis.

A legislação anterior, como o acordo de Copenhague, permitiu que as pessoas nos países desenvolvidos emitissem duas vezes mais carbono per capita do que os países mais pobres, que não têm causado o aumento das emissões e são chamados de ameaça à nossa existência no planeta. As revelações levaram os líderes do terceiro mundo a acusar o mundo desenvolvido de  "clima de colonialismo".

A vinculação da política ambiental com agendas de despovoamento abre a porta para a eugenia e não é nenhuma surpresa que através dessa porta vem derramando hordas de sujeira elitista apenas implorando para estar na linha de frente da política de extermínio.

Um exemplo é baseado no grupo de políticas públicas do Reino Unido, The Optimum Population Trust (OPT), que já havia  lançado iniciativas que incitam membros ricos do mundo desenvolvido a participarem de compensações de carbono que financiam programas para reduzir a população de países em desenvolvimento.

Em 2007, o grupo também  publicou um relatório  anunciando que as crianças são "ruins para o planeta e ter grandes famílias deve ser desaprovado como um delito ambiental da mesma forma como os freqüentes vôos de longa distância, dirigir um carro grande e não reutilizar sacos plásticos."

O mesmo ponto de discussão tem sido reiterado repetidas vezes pelos grupos de política pública e ambientalistas, bem como os mais influentes cientistas no governo dos EUA.

Embora você possa pensar que ideias de esterilização e depopulação nunca poderiam ser aceitas pelo público, esses mesmos conceitos estão agora a sendo adotado e popularizado por alguns como o caminho certo para a humanidade.

O chefe do principal painel de mudanças climáticas da ONU está fornecendo uma plataforma, que e em alguns casos, empurra ativamente para uma política imposta por uma ditadura que persegue mães que engravidam de seu segundo filho, sequestrando-as da rua e levando-as para hospitais controlados do governo onde são drogadas e seus bebês são mortos - tudo em nome da salvação do planeta.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

A CRUCIFICAÇÃO É UMA MENTIRA, "JESUS" NÃO MORREU NUMA CRUZ


Para muitos, a cruz é o maior símbolo do cristianismo. No entanto, a Bíblia não dá detalhes sobre o instrumento em que Jesus morreu, de modo que ninguém pode saber exatamente qual era seu formato. Mas na Bíblia há evidências de que Jesus morreu numa estaca, ou poste, e não numa cruz.

A Bíblia geralmente usa a palavra grega "stau·rós" para se referir ao instrumento em que Jesus foi executado.

Embora essa palavra muitas vezes seja traduzida como “cruz”, diversos eruditos concordam que seu significado básico na verdade é “poste reto”.


“denota, primariamente, poste ou estaca vertical. Em tais peças os malfeitores eram pregados para execução. O substantivo stau·rós e o verbo stauroō, amarrar a uma estaca ou poste, devem ser originalmente distinguidos da forma eclesiástica da cruz de duas vigas”.


Além disso, a Bíblia usa a palavra grega "xý·lon" como sinônimo de "stau·rós". (Atos 5:30; 1 Pedro 2:24) Essa palavra significa “madeira”, “viga”, “estaca” ou “árvore”.

“Não há nada no grego do [Novo Testamento] que sequer sugira duas peças de madeira.”


"CRUZ" OU "ESTACA" E A TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO (TNM)

Cruz ou Estaca ? Por que a TNM evita a palavra “Cruz” ?   Antes de considerar este assunto observe o que afirmou um erudito evangélico muito respeitado após pesquisa exaustiva a respeito da cruz, ao ler o artigo deste erudito, pergunte-se se é correta a afirmação de muitos de que na Roma antiga, usava-se a cruz tal qual a conhecemos atualmente. “Jesus não morreu numa 'Cruz' diz Teólogo e Erudito Sueco”. 

Desenho do ano 1629 Justus lipsius 
O que podemos dizer da escolha feita pela comissão de Tradução da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas ao verter as palavras gregas usadas no chamado Novo Testamento ? 

O instrumento de execução em que Cristo foi pendurado é chamado pelos escritores inspirados “STAURÓS” e “XYLON” (literalmente segundo os melhores dicionários: "ESTACA" e "MADEIRO" respectivamente). Na melhor das hipóteses, existem apenas dois relatos de arqueologia com alguma evidência, a partir do primeiro século D.C, que pode sugerir algo sobre a forma da "STAURÓS" em que as pessoas eram penduradas, e ambos são interpretados de diferentes maneiras. Os dados publicados pela primeira vez sobre o homem “crucificado” de ha Giv’at-Mivtar não eram esclarecedores, e a forma de sua Stauros não pode ser conhecida.




Crucificação na Antiguidade

A Evidência Antropológica

Joe Zias e Skeles, que  em 1985 participaram  em uma pesquisa acadêmica onde reavaliaram o achado arqueológico de 1968 do homem de Ha Giv´At- Mivtar, afirmam claramente em sua página na internet que no caso da crucificação em massa de 6000 Judeus na via Apia “seria mais plausível que a maneira mais eficiente e mais rápida seria prender a vítima a uma arvore ou cruz com suas mãos acima da cabeça. A vítima morreria em minutos ou no mínimo em algumas horas se esta não estivesse presa ou amarrada embaixo”. FONTE: http://www.joezias.com/CrucifixionAntiquity.html “As fontes literárias do período Romano contém numerosas descrições de crucificação, mas poucos detalhes exatos de como os condenados eram afixados”. Diz Joe Zias. Givat Ha-Mivtar A Sinagoga “A Casa de São Pedro” foi construída em Cafarnaum no primeiro século D.C, mas a cruz Grafitti nas paredes, evidentemente, é mais recente (a parede foi rebocada por diversas vezes). (Veja Snyder GF, “Ante Pacem Archaeological Evidence of Church Life Before Constantine “)

No Talmud e na literatura rabínica encontramos o verbo tsalab  (ou o substantivo correspondente), que se refere ao instrumento no qual as pessoas eram penduradas. É interessante notar que os rabinos não usam tsalab com o significado moderno de  “crucificar”. De acordo com Marcus Jastrow (de 1989, ” A Dictionary of the Targumim, The Talmud Babli and Yerushalmi”, and the Midrashic Literature, p 1282) o verbo tanto em hebraico como em  aramaico significa «travar » “empalar”.  Alguns dos exemplos que ele dá, e sua tradução é a seguinte:

  • Tosefta Gittin 4:11: “pregado na estaca“;

  • Midrash Rabba para Esther onde Deuteronômio 28:66 é referido: “que é levado para ser empalado “;

  • Midrash Rabba a Levítico…” vai ser pendurado “.

Assim, a literatura judaica  após o tempo de Jesus continua a usar os termos “pendurar” (numa estaca) e não aponta para um formato particular do instrumento no qual  as pessoas eram penduradas. Até o final do século 14, o substantivo hebraico TSALAB não significa uma estaca com uma forma particular. Em 1380 Shem Tob ben Shaprut copiou o Evangelho de Mateus em hebraico. Em Mateus 27:32 ele utilizou o substantivo TSELIBA onde o texto grego emprega stauros. Shem Tob conta que esta palavra não deveria ser entendida como “cruz” e, portanto, ele acrescentou Ereb Sheti WA “, que significa” cruz “. tradução de Howard (George Howard, 1987, O Evangelho de Mateus De acordo com um texto hebraico primitivo) diz o seguinte: “Eles o obrigaram a carregar o instrumento de execução (TSELIBA), isto é,” a Cruz “. A ambigüidade similar como a encontrada em TSELAB / TSELIBA, parece ter existido em relação à palavra latina “crux”, cujo significado básico também foi “poste” ou “Estaca”. Seneca (c.4 aC-65 dC) escreveu:

“Eu vejo cruzes (plural de crux) não há, apenas de um tipo, mas feitas de muitas maneiras diferentes, algumas têm as suas vítimas com a cabeça no chão, algumas empalam suas partes íntimas, outros estendem os braços na cruz. “

Tão tarde quanto no século 16,  a palavra “Cruz” pode significar diferentes formas. Na cópia de “De cruce Liber Primus “por Justus Lipsius que ele escreveu no século 16 há muitas ilustrações de diferentes “cruzes”, incluindo três ilustrações de “Crux simplex” que é um poste vertical para que as vítimas pudessem ser pregadas ou presas de maneiras diferentes. Quanto a stauros, o seu sentido original e genérico chegou até a Noruega. O primeiro significado atribuído a "Stauros" no “Dictionnaire de la Etymologique Greque Langue de 1980, por Chantraine P, é “poste” (pieu). Diz também:

“A palavra corresponde exatamente ao Norse “Staurr” (poste). “No norueguês moderno” staur significa “poste” ou “estaca” “.

Observe como a Tradução Bíblica Judaica verteu algumas passagens onde ocorre a palavra grega “staurós”.



Nós também encontramos a palavra em sânscrito como “sthavara”, e em estilo gótico como “stiurjan”com o significado “alguma coisa erguida”. Assim, o significado original da palavra STAUROS, evidentemente, era forte e persisitia por um longo tempo, mesmo se espalhando para outros idiomas. Concluimos, portanto, que em alguns lugares, como Mateus 20:19, as evidências sugerem que  “cruz” ou “crucificar” seria uma tradução errada, e em outras ocorrências no NT (Novo Testamento) não há absolutamente nenhuma evidência  que pode comprovar a tradução que emprega o termo “cruz”. Portanto a Tradução do Novo Mundo é exata ao evitar introduzir na Bíblia Sagrada algo que os autógrafos não continham. Há duas palavras gregas usadas para o instrumento executor em que Cristo morreu — staurós e xy’lon. A autorizada Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible (Concordância Exaustiva da Bíblia, de Strong) fornece como significado primário de staurós “uma estaca ou poste”, e, para xy’lon, “lenho”, “árvore” ou “madeira”. The New Bible Dictionary (Novo Dicionário Bíblico) afirma:

“A palavra gr. para ‘cruz’ (staurós, verbo stauróo) significa primariamente uma estaca ereta ou viga, e, secundariamente, uma estaca, conforme usada qual instrumento de punição e de execução.” 

A palavra latina empregada para o instrumento em que Cristo morreu era crux, a qual, de acordo com Livy, famoso historiador romano do primeiro século EC, significa uma simples estaca. A Cyclopœdia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature, afirma que a "crux simplex" era “simples estaca ‘de uma única peça, sem a travessa horizontal [barra transversal]’”. Em confirmação disto, o apêndice N.° 162 de The Companion Bible (A Bíblia Companheira), declara a respeito de "staurós":

“indica um poste ereto ou estaca, em que se pregavam criminosos para serem executados. . . . Nunca significa dois pedaços de pau cruzados em qualquer ângulo, mas sempre apenas um pau.” Conclui o apêndice: “A evidência está assim completa de que o Senhor foi morto numa estaca ereta e não em dois pedaços de pau cruzados em qualquer ângulo.” 

Tendo a cruz as suas raízes no antigo paganismo, e com a evidência de que Cristo não foi pregado na tradicional cruz, nem os primitivos cristãos empregaram tal símbolo, é-se levado à seguinte conclusão:

A cruz realmente não é cristã. É preciso coragem para romper com uma arraigada tradição religiosa que se origina das brumas da antigüidade pagã. Bom exemplo de tal rompimento acha-se na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (ed. 1983), que traduz staurós como “estaca de tortura” e o verbo staurós como “pregar na estaca”, e não “crucificar”. Isto liberta de toda mancha de paganismo o precioso sacrifício de nosso Senhor e Salvador.

Como é que tal conhecimento influenciará com respeito à veneração e à apresentação ou ao uso pessoal duma cruz, ou quanto a fazer o sinal da cruz? O apóstolo Paulo instou com os cristãos a ‘fugir da idolatria’. (1 Coríntios 10:14) Acrescentou o apóstolo João: “Guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21) Assim, quem procura adorar a Deus desejaria mostrar-se muito cauteloso de evitar depositar sua confiança — à guisa de adoração ou de superstição — em ídolos de “prata e ouro, trabalho das mãos do homem terreno”. — Salmo 115:4, 8, 11.


  • É significativo o seguinte comentário no livro The Cross in Ritual, Architecture, and Art (A Cruz no Ritual, na Arquitetura e na Arte): 

“É estranho, porém, inquestionavelmente um fato, que em eras muito anteriores ao nascimento de Cristo, e desde então em terras não tocadas pelo ensino da Igreja, a Cruz tenha sido usada como símbolo sagrado. . . . O grego Baco, o tírio Tamuz, o caldeu Bel e o nórdico Odin, para seus devotos eram simbolizados por uma figura cruciforme.” – De G. S. Tyack, Londres, 1900, p. 1.

  • A The International Standard Bible Encyclopedia (1979) diz sob o tópico “Cruz”: 


“Originalmente o gr[ego] staurós significava uma estaca de madeira pontuda, vertical, firmemente fixa no chão. . . . Elas eram colocadas lado a lado   em fileiras para formar cercas ou paliçadas em volta de povoados, ou, avulsas, eram usadas como instrumentos de tortura nos quais transgressores sérios da lei eram publicamente suspensos para morrer (ou, se já mortos, terem seus cadáveres plenamente desonrados).” 
Sim, os romanos realmente usavam um instrumento de execução chamado em latim de crux. E, ao traduzir a Bíblia para o latim, esta palavra crux era usada como tradução de stau·rós. Visto que a palavra latina crux e a palavra portuguesa cruz são similares, muitos erroneamente presumem que a crux era necessariamente uma estaca com uma viga cruzada.  


  • Contudo, The Imperial Bible-Dictionary diz: 


“Até mesmo entre os romanos a crux (da qual se deriva nossa cruz) parece ter sido originalmente um poste reto, e isto sempre permaneceu a parte mais proeminente.” 


  • Numerosos tradutores das Escrituras Gregas Cristãs (Novo Testamento), portanto, traduzem do seguinte modo as palavras de Pedro em Atos 5:30:


“O Deus de nossos antepassados levantou Jesus, a quem matastes por pendurá-lo num madeiro [ou “árvore“, segundo a King James Version, a New International version, A Bíblia de Jerusalém (na edição em inglês) e a Revised Standard Version]. “
Talvez queira também verificar como a sua Bíblia traduz "xý·lon" em: Atos 10:39; 13:29; Gálatas 3:13; e 1 Pedro 2:24. 



  • A Nova Enciclopédia Britânica:


“Nas vésperas de sua vitória sobre Maxêncio, em 312, Constantino teve uma visão do `sinal celestial’ da cruz, que ele achava ser uma garantia celestial de seu triunfo.” Diz também que: "depois disso Constantino promoveu a veneração da cruz.”

  • O livro Strange Survivals (Estranhas Relíquias) diz a respeito de Constantino e sua cruz: 

“Que havia habilidade política na sua conduta dificilmente podemos duvidar; por um lado, o símbolo que ele criou agradou aos cristãos no seu exército, e, por outro, aos gauleses [pagãos]. . . . Para estes últimos, foi o símbolo do favor de sua deidade solar”, o deus sol que eles adoravam. Não, o “sinal celestial” de Constantino nada tinha a ver com Deus ou com Cristo, estando, na verdade, impregnado de paganismo. 


  • Similarmente, a Chambers’s Encyclopædia (edição de 1969), diz: 


Que a cruz “era um emblema ao qual se atribuiu significados religiosos e místicos muito antes da era Cristã”.  O romano deus-natureza Baco era às vezes representado usando uma faixa em volta da cabeça contendo várias cruzes. 


  • A Encyclopædia of Religion and Ethics diz: 



“Com a chegada do 4.° séc[ulo], a crença em poderes mágicos passou a se firmar mais solidamente no seio da Igreja.” Como no caso de um amuleto, simplesmente fazer o sinal da cruz era considerado “a mais segura defesa contra os demônios, e o remédio para todas as doenças”. O uso supersticioso da cruz continua até hoje. 


  • The Companion Bible (A Bíblia Companheira) comenta no Apêndice 162 sobre “A Cruz e a Crucificação”:



“Usavam-se cruzes como símbolos do deus-sol babilônico [Artwork – Símbolo], e são vistas pela primeira vez numa moeda de Júlio César, 100-44 A. C., e daí numa moeda cunhada pelo herdeiro de César (Augusto), em 20 A. C. Nas moedas de Constantino, o símbolo mais freqüente é [Artwork – Caractere grego]; mas, o mesmo símbolo é  usado sem o círculo ao redor, e com os quatro braços iguais, verticais e horizontais, e este era o símbolo especialmente venerado como a `Roda Solar’. Deve-se declarar que Constantino era um adorador do deus-sol, e não entrou para a `Igreja’ senão cerca de um quarto de século depois de ter visto tal cruz nos céus. . . . O Senhor foi  morto numa estaca ereta, e não em dois pedaços de madeira colocados em qualquer ângulo.”  



  • Observe o comentário que a Bíblia Nova Versão Internacional coloca na nota de roda pé:


Atos 5:30
"Madeiro.Usado em referência à cruz…Assim como seu equivalente hebraico , a palavra  grega aqui traduzida pode referir-se a uma árvore , a um poste , a uma viga de madeira ou objeto semelhante”.

Gálatas 3:13 
"Madeiro. Usado no grego clássico no sentido de estacas e varas em que os corpos eram empalados… .(comentário de roda pé Bíblia NVI )
Definição de Empalar:- “suplício antigo que consistia em espetar um condenado , pelo ânus , numa estaca  aguda que lhe atravessava as entranhas , deixando-o até morrer”.  –Dicionário Michaélis"


  • Observe o que o Historiador cristão Tertuliano ( 160- 220 E.C)  falou sobre a cruz:



Tertuliano ( 160- 220 E.C)
“Cruzes, porém, nós, cristãos, nem as veneramos nem as desejamos. Vós realmente  consagrais deuses de madeira venerais cruzes de madeira, talvez como parte de vossos deuses. Pelos vossos próprios padrões, bem como vossos estandartes e bandeiras de vossos campos, o que são além de nada mais que ornamentos dourados? Vossos troféus vitoriosos não só imitam a aparência de uma cruz simples, mas também a de um homem afixado a ela”. 





  • O livro The Non-Christian Cross (A Cruz Não-Cristã), de J. D. Parsons, explica:



“Não existe uma única sentença em nenhum dos inúmeros escritos que formam o Novo Testamento que, no grego original, forneça sequer evidência indireta no sentido de que o stauros usado no caso de Jesus fosse diferente do stauros comum; muito menos no sentido de que consistisse, não em um só pedaço de madeira, mas em dois pedaços pregados juntos em forma de uma cruz. . . . É um tanto desencaminhante, da parte de nossos mestres, traduzirem a palavra stauros por ‘cruz’ ao verterem os documentos gregos da Igreja para a nossa língua nativa, e apoiarem tal medida por incluírem ‘cruz’ em nossos léxicos como sendo o significado de stauros, sem explicarem cuidadosamente que esse, de qualquer modo, não era o significado primário dessa palavra nos dias dos Apóstolos, que não se tornou seu significado primário senão muito depois disso, e só se tornou tal, se é que se tornou, porque, apesar da falta de evidência corroborativa, presumiu-se, por uma razão ou outra, que o stauros específico em que Jesus foi executado tinha esse determinado formato.” — Londres, 1896, pp. 23, 24.

Foi cerca de 300 anos depois da morte de Cristo que alguns professos cristãos promoveram a ideia de que ele morreu numa cruz de duas vigas. Mas essa ideia se baseava na tradição e no uso errado da palavra grega stau·ros´. É digno de nota que alguns desenhos antigos, que retratam execuções romanas, mostrem um único poste de madeira ou uma árvore.


  • An Expository Dictionnary of New Testament Words ( Londres, 1962),W.E. Vine, p. 256, diz a respeito:



“A forma da [cruz de duas vigas] teve sua origem na antiga Caldéia e foi usada como símbolo do deus Tamuz(tendo a forma do Tau místico, a letra inicial de seu nome) naquele país e em terras adjacentes, inclusive no Egito. Por volta dos meados do 3º século A.D., as igrejas ou se haviam apartado ou tinham arremedado certas doutrinas da fé cristã. A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata, aceitavam- se pagãos nas igrejas, à parte de uma regeneração pela fé, e permitia-se-lhes em grande parte reter seus sinais e símbolos pagãos. Assim se adotou o Tau ou T, na sua forma mais freqüente, com a peça tranversal abaixada mais um pouco, para representar a cruz de Cristo.” 
"A CRUZ ANSADA"

Cruz ansata com olho de hórus (egípcio)



“A cruz na forma de ‘Cruz Ansada’ . . . era carregada nas mãos dos sacerdotes e reis-pontífices egípcios como símbolo de sua autoridade como sacerdotes do deus-Sol e era chamada ‘o Sinal da Vida’.” — The Worship of the Dead (Londres, 1904), Coronel J. Garnier, p. 226.





“Diversas gravuras de cruzes se acham em toda a parte nos monumentos e túmulos egípcios, e são consideradas por muitas autoridades símbolo ou do falo [uma representação do órgão sexual masculino] ou do coito. . . . Nos túmulos egípcios, a cruz ansada [cruz com um círculo ou uma asa em cima] se acha lado a lado com o falo.” — A Short History of Sex-Worship (Londres, 1940), H.Cutner, pp. 16, 17; veja também The Non-Christian Cross, p. 183. 




Excelente exemplo nos foi dado por aqueles, na antiga Éfeso, que, acatando a pregação do apóstolo Paulo, e verificando que os objetos por eles usados não se harmonizavam com o verdadeiro cristianismo, ajuntaram-nos “e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:18, 19) Afinal de contas, por que prezar e adorar o instrumento que foi supostamente usado para assassinar o Senhor Jesus Cristo? A Biblia é Sagrada e deve ser levada a sério.Sem conjecturas e com raciocínio objetivo
podemos adorar a Deus com espirito e VERDADE. Se um artista contemporâneo se tivesse posto diante do moribundo Jesus em Gólgata, poderia ternos deixado autêntico quadro desse evento altamente significativo. Mas, nenhuma obra de arte desse tipo se acha em existência, e por certo a tradição posterior não é conclusiva. Todavia, deveras dispomos de palavras registradas de uma testemunha ocular. Quem era ele? Ao olhar Jesus do alto daquele implemento de tortura e morte, viu “o discípulo a quem amava”, o apóstolo João. Jesus confiou-lhe os cuidados de sua mãe, Maria. (João 19:25-30) Assim, João estava lá. Sabia se Jesus morrera ou não numa cruz. Para designar o instrumento da morte de Cristo, João usou a palavra grega staurós, traduzida “estaca de tortura” na Tradução do Novo Mundo. (João 19:17, 19, 25) No grego clássico, staurós denota a mesma coisa que no grego comum das Escrituras Cristãs — primariamente uma estaca ou poste reto sem barra transversal. O Interpreter’s Dictionary of the Bible declara, com referência a staurós: “Literalmente uma estaca reta, barra, ou poste . . . Como instrumento de execução, a cruz era uma estaca enfiada verticalmente no chão. Não raro, mas de forma alguma sempre, um pedaço horizontal era ligado à porção vertical.” Outra obra de referência afirma: “A palavra grega para cruz, staurós, devidamente significava uma estaca, um poste ereto, ou pedaço de ripa, em que algo podia ser pendurado, ou que poderia ser usado em cercar um pedaço de terreno. . . . Até mesmo entre os romanos a crux (da qual se deriva nossa cruz) parece ter sido originalmente um poste reto, e este sempre permaneceu sendo a parte mais destacada.” — The Imperial Bible-Dictionary.


Observe a figura ao lado… uma cruz usada pelos egipcios encontrada no templo de Karnak no Egito No livro The Cross and Crucifixion (A Cruz e Crucificação), de Hermann Fulda, diz-se:


“Jesus morreu numa simples estaca de morte: Em apoio disto falam (a) o uso então costumeiro deste meio de execução no Oriente, (b) indiretamente a própria história dos sofrimentos de Jesus e (c) muitas expressões dos primitivos padres da igreja.”

Fulda também aponta que algumas das ilustrações mais antigas de Jesus pendurado o representam sobre um único poste. O apóstolo cristão Paulo afirma:

“Cristo nos livrou da maldição da Lei por meio duma compra, por se tornar maldição em nosso lugar, porque está escrito: ‘Maldito é todo aquele pendurado num madeiro.’” (Gál. 3:13)

Sua citação era de Deuteronômio, que menciona a colocação dum cadáver duma pessoa executada sobre um “madeiro”, e adiciona:

“Seu cadáver não deve ficar toda a noite no madeiro; mas deves terminantemente enterrá-lo naquele dia, pois o pendurado é algo amaldiçoado por Deus; e não deves aviltar teu solo.” — Deu. 21:22, 23.

Era tal “madeiro” uma cruz? Não era. Com efeito, os hebreus não possuíam nenhuma palavra para a cruz tradicional. Para designar tal implemento, usavam “urdidura e trama”, aludindo aos fios que corriam ao comprido num tecido e os outros que o cruzavam num tear. Em Deuteronômio 21:22, 23, a palavra hebraica traduzida “madeiro” é ‘ets, significando primariamente uma árvore ou madeira, especificamente um; poste de madeira. Os hebreus não usavam cruzes de execução. A palavra aramaica ‘a, correspondente ao termo hebraico ‘ets, aparece em Esdras 6:11, onde se diz, relativo aos violadores do decreto do rei persa:

“Se arranque da sua casa um madeiro (estaca, Centro Bíblico Católico) e ele seja pendurado nele.”



Obviamente, um único madeiro não teria barra transversal. Ao traduzir Deuteronômio 21:22, 23 (“madeiro”) e Esdras 6:11 (“madeiro”) os tradutores da Versão dos Setenta empregaram a palavra grega xy’lon, o mesmo termo empregado por Paulo em Gálatas 3:13. Foi também empregado por Pedro quando disse que Jesus “levou os nossos pecados no seu próprio corpo, no madeiro”. (1 Ped. 2:24) Com efeito, xy’lon é usada várias outras vezes para se referir ao “madeiro” em que Jesus foi pendurado. (Atos 5:30; 10:39; 13:29) Esta palavra grega tem o significado básico de “madeira”. Nada subentende que, no caso do penduramento de Jesus, ela significasse uma estaca com uma barra transversal. Assim, a evidência pontifica que Jesus não morreu na cruz tradicional.